quinta-feira, 8 de maio de 2014

Resenha - Divergente - Veronica Roth

Descrição:
Título: Divergente
Série: Divergente
Autor: Veronica Roth
Editora: Rocco
Páginas: 504

Sinopse:
Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções – Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto.
A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é.
E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive.


Resenha:

Divergente foi uma leitura prazerosa e rápida. Não pelo fato da história ser ruim e eu quisesse acabar logo, mas, na verdade, porque não queria mais sofrer pela Tris.

Beatrice Prior, uma garota da Abnegação, que chega até seus 16 anos um pouco incerta de que caminho escolherá para si. Mas para dar uma pequena ajuda, os jovens de Chicago participam do teste de aptidão, onde saberão em qual facção irão ficar.
Mas isso não funciona com Tris, pelo contrário, só causa mais confusão em sua cabeça. Mas porquê? Porque ela é Divergente!

Como não vou dar spoilers, irei apenas falar que ser divergente é ser perigoso. E ser perigoso, naquelas condições, causa morte! 

Como todo belo drama, sempre haverá um antagonista. E ela é Jeanine, uma líder da Erudição, a facção que Tris mais odeia, mas é a que seu irmão escolhe para viver durante toda sua vida.

Além de todos esses problemas, Tris tem que enfrentar seus medos nas ''paisagens do medo'' e seus colegas de facção, que tentam adiantar sua morte (não que ela irá morrer, eu acho...)

Enfim, divergente tem uma ótima dinâmica, que transmite a mensagem que não nos encaixamos em apenas um grupo, sendo assim, todos nós nos tornamos iguais, ou seja, divergentes.


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